quarta-feira, 3 de novembro de 2010

1ª Mulher Presidente do Brasil


Dilma Vana Rousseff (PT), 62 anos, foi eleita neste domingo (31) a primeira mulher presidente do Brasil. Com 92,53% dos votos apurados, às 20h04, o Tribunal Superior Eleitoral informou que a petista tinha 55,43% dos votos válidos (excluídos brancos e nulos) e não podia mais ser alcançada por José Serra (PSDB), que, até o mesmo horário, totalizava 44,57% 
Em um pronunciamento às 20h13, o presidente do Tribunal Superior Eleitoral (TSE), Ricardo Lewandowski, anunciou oficialmente a vitória da candidata do PT. Na manhã desta segunda-feira (1º), com 99,99% dos votos apurados, Dilma acumulava 56,05% dos votos válidos (55.752.092 votos) e José Serra, 43,95% (43.710.422).

sábado, 23 de outubro de 2010

Pesquisa Datafolha de Sexta 22/10


Datafolha divulgou na madrugada desta sexta-feira (22) nova pesquisa presidencial no segundo turno das eleições deste ano. Segundo o instituto, a candidata do PT, Dilma Rousseff, tem 56% dos votos válidos (que excluem brancos, nulos e indecisos), e o candidato do PSDB, José Serra, 44%.
Pesquisa Datafolha
A margem de erro da pesquisa é de dois pontos percentuais para mais ou para menos. Isso significa que Dilma pode ter de 54% a 58%, e Serra, de 42% a 46%.
Na primeira pesquisa realizada pelo Datafolha no segundo turno, divulgada no último dia 10, Dilma registrou 54% dos votos válidos contra 46% de Serra. Na segunda pesquisa realizada pelo instituto, divulgada no último dia 15, os números se repetiram: Dilma também registrou 54% dos votos válidos, e Serra, 46%.
A pesquisa foi encomendada pela TV Globo e pelo jornal “Folha de S.Paulo” e está registrada no Tribunal Superior Eleitoral (TSE) com o número 36.535/2010. O Datafolha fez 4.037 entrevistas na quinta-feira (21) em 243 cidades

Dilma fala de Serra em comício


A candidata do PT à Presidência, Dilma Rousseff, utilizou comício em Uberlândia (MG) na noite desta sexta-feira (22) para lançar críticas ao adversário do PSDB, José Serra.
Ao lado do presidente Luiz Inácio Lula da Silva, Dilma afirmou que Serra usa "pele de cordeiro" e busca se apresentar como o candidato da continuidade.
"O meu adversário põe pele de cordeiro e diz que ele representa a continuidade. Vamos lembrar que ele passou os oito anos do governo, ele e o partido dele, fazendo a oposição mais ferrenha contra nós", afirmou.
A candidata voltou a classificar a disputa como uma disputa entre modelos, associando o governo anterior ao "Brasil que desce serra abaixo".
"No dia 31 esses dois Brasis vão estar um diante do outro: um que cresce e se desenvolve, e outro que desce serra abaixo", afirmou Dilma.
Como tem feito nos comícios do segundo turno, a candidata abordou a polêmica religiosa que marcou essa etapa da disputa. Disse que a oposição busca "semear conflito religioso". 
"Queria avisar vocês que de hoje até o dia da eleição vão tentar criar mentiras, falsidades e calúnias como vêm fazendo contra minha candidatura. Semeando uma coisa muito ruim, que é o conflito religioso. Não acreditem no que o nosso adversário, sua campanha e seus aliados falam contra nós".

quinta-feira, 16 de setembro de 2010

Datafolha aponta Dilma com 51% e Serra com 27%


Pesquisa Datafolha divulgada nesta quinta-feira (16) mostra a candidata do PT à Presidência da República, Dilma Rousseff, com 51% das intenções de voto. O candidato do PSDB, José Serra, aparece com 27%, e Marina Silva, do PV, tem 11%, segundo o levantamento.
A pesquisa foi encomendada pela TV Globo e pelo jornal "Folha de S.Paulo". Considerando a margem de erro da pesquisa, de 2 pontos percentuais para mais ou para menos, Dilma pode ter entre 49% e 53%. Serra pode ter entre 25% e 29%, e Marina, entre 9% e 13%.
Dentre os outros candidatos – Eymael (PSDC), Ivan Pinheiro (PCB), Levy Fidelix (PRTB), Plínio (PSOL), Rui Costa Pimenta ( PCO) e Zé Maria (PSTU) - nenhum atingiu 1% das intenções de voto. De acordo com a pesquisa, brancos e nulos somam 4%, e indecisos, 7%.
Foram realizadas 11.784 entrevistas em 423 municípios da segunda-feira (13) à quarta-feira (15). A pesquisa está registrada no Tribunal Superior Eleitoral (TSE) com o número 30014/2010.
Na pesquisa anterior do Datafolha, divulgada na última sexta-feira (10), Dilma aparecia com 50%, Serra, com 27%, e Marina, com 11%.
Votos válidos
Considerando apenas os votos válidos, ou seja, descontando brancos e nulos, a petista alcança 57%, o tucano, 30%, e a candidata do PV, 12%.
Segundo turno
Na simulação de segundo turno feita pelo Datafolha, Dilma aparece com 57%, e Serra, com 35%. Brancos e nulos seriam 5%, e indecisos, 4%.

sexta-feira, 10 de setembro de 2010

Lula diz que ‘elite que governou SP’ não quis nenhum pobre em universidade!

O presidente Luiz Inácio Lula da Silva disse nesta sexta-feira (10), em Suzano (SP), que a “elite paulista que governou o estado de São Paulo nunca se importou em colocar os pobres na universidade”. Durante a inauguração do Campus Suzano do Instituto Federal de Educação, Ciência e Tecnologia de São Paulo (IFSP), Lula criticou o fato de apenas 96 mil paulistas estudarem em universidades estaduais em SP.
Segundo ele, o número é menor do que a quantidade de pessoas inscritas no Prouni, programa do governo que prevê bolsas de estudo integrais e parciais a estudantes de baixa renda. “O estado que tem mais indústria, a maior renda per capita e só tem 96 mil alunos estudando em universidade é uma vergonha, sobretudo para a elite que sempre governou o estado de São Paulo”, disse.
Lula disse ainda que os governantes que possuiam diplomas universitários e títulos de mestrado e doutorado não queriam que os outros tivessem a mesma oportunidade educacional. "Achavam que apenas eles tinham direito de fazer graduação aqui e depois fazer pós-graduação em Chicago e Londres. E os pobres não tinham sequer como terminar o ensino fundamental", criticou.
Ele destacou a construção, durante seu governo, de 14 universidades federais e disse que alguns presidentes não fizeram sequer uma instituição de ensino superior. "Nós em oito anos já vamos passar para a história como o governo que mais fez universidade nesse país. Teve presidente com doutorado, com pós-graduação, que não fez nenhuma universidade. Ele já tinha aprendido, para que ensinar para os outros?"
De acordo com Lula, o povo brasileiro está "mais exigente" e não quer apenas emprego, deseja ser mão-de-obra qualificada. "Nós os mortais desse país, sempre tratados como cidadãos de segunda categoria, não queremos só ser pedreiro, temos o direito de ser médicos, engenheiros, professores", afirmou.

segunda-feira, 6 de setembro de 2010

Sem citar Dilma, Lula diz que mulheres podem comandar


 O presidente Luiz Inácio Lula da Silva defendeu nesta sexta-feira a queda do "machismo arraigado" e afirmou que as mulheres "podem comandar". As declarações foram feitas após a plateia de uma cerimônia universitária no Rio Grande do Sul gritar o nome da candidata ao Planalto, Dilma Rousseff (PT).
"A mulher não está de passagem pelo planeta. Ela não está de passagem na universidade. Ela não está de passagem no comando das empresas. Ela não está de passagem nos grandes escritórios e muito menos ela está de passagem na política", disse Lula na cidade de Santa Maria.
"Elas vieram para ficar. E, se permitirem, elas podem comandar", completou.
Antes da manifestação do público, o presidente falava sobre a quebra de preconceitos na política e sobre o aumento de mulheres que completam o nível de doutorado.

sábado, 4 de setembro de 2010

Dilma Lidera


Pesquisa Datafolha divulgada neste sábado (4) mostra a candidata do PT à Presidência da República, Dilma Rousseff, com 50% das intenções de voto, contra 28% do candidato do PSDB, José Serra. A candidata do PV, Marina Silva, obtém 10% no levantamento.
Dos demais candidatos (Plínio, PSOL, Zé Maria, PSTU, Eymael, PSDC, Rui Costa Pimenta, PCO, Ivan Pinheiro, PCB, e Levy Fidelix, PRTB), nenhum atingiu 1% das intenções de voto. De acordo com a pesquisa, brancos e nulos totalizam 4% e os que não sabem, 7%.
A pesquisa tem margem de erro de 2 pontos percentuais para mais ou para menos. Levando em consideração a margem de erro, Dilma pode ter entre 48% e 52%, Serra, entre 26% e 30%, e Marina, entre 8 e 12%.

sexta-feira, 3 de setembro de 2010

Dilma lidera em pesquisa do Ibope


 A candidata Dilma Rousseff (PT) lidera a disputa pela Presidência da República, segundo pesquisa Ibope divulgada nesta sexta-feira (3). A petista tem 51% das intenções de voto contra 27% de José Serra (PSDB) e 8% de Marina Silva (PV).
Os demais candidatos não alcançaram 1% das intenções de voto. O levantamento foi encomendado pela TV Globo e pelo jornal "O Estado de S. Paulo".O Ibope fez também a simulação do segundo turno entre os candidatos do PT e do PSDB. Dilma tem 55%, enquanto Serra registra 33%. Os brancos e nulos somam 6% e, os indecisos, 5%.
O instituto de pesquisa também apresentou como os eleitores avaliam o governo do presidente Luiz Inácio Lula da Silva. Os que consideram o governo ótimo ou bom somam 77%, enquanto outros 18% consideram regular e 4% ruim ou péssimo.
Para o levantamento, foram realizadas 3.010 entrevistas, em 204 municípios, de 31 de agosto a 2 de setembro. 

quinta-feira, 2 de setembro de 2010

Se dependesse do DEM, ProUni não existiria


Dilma disse a verdade quando acusou o ex-PFL de tentar destruir o programa no STF EM BENEFÍCIO DA QUALIDADE do debate eleitoral, é necessário que seja esclarecida uma troca de farpas entre Dilma Rousseff e José Serra durante o debate do UOL/Folha. Dilma atacou dizendo o seguinte: "O partido de seu vice entrou na Justiça para acabar com o ProUni. Se a Justiça aceitasse o pedido, como você explicaria essa atitude para 704 mil alunos que dependem do programa?"
Serra respondeu: "O DEM não entrou com processo para acabar com o ProUni. Foi uma questão de inconstitucionalidade, um aspecto". Em seguida, o deputado Rodrigo Maia, presidente do DEM, foi na jugular: "Essa informação que ela deu é falsa, mentirosa".
Mentirosa foi a contradita. O ProUni foi criado pela medida provisória 213 no dia 10 de setembro de 2004. Duas semanas depois o PFL, pai do DEM, entrou no Supremo Tribunal Federal com uma ação direta de inconstitucionalidade contra a iniciativa, e ela tomou o nome de ADI 3314. O ProUni transferiu para o MEC a seleção dos estudantes que devem receber bolsas de estudo em universidades privadas. Antes dele, elas usufruíam benefícios tributários e concediam gratuidades de acordo com regras abstrusas e preferências de cada instituição ou de seus donos. 
Com o ProUni, a seleção dos bolsistas (1 para cada outros 9 alunos) passou a ser impessoal, seguindo critérios sociais (1,5 salário mínimo per capita de renda familiar, para os benefícios integrais), de acordo com o desempenho dos estudantes nas provas do Enem. Ninguém foi obrigado a aderir ao programa, só quem quisesse continuar isento de Imposto de Renda da Pessoa Jurídica, PIS e Cofins. O DEM sustenta que são inconstitucionais a transferência da atribuição, o teto de renda familiar dos beneficiados, a fixação de normas de desempenho durante o curso, bem como as penas a que estariam sujeitas as faculdades que não cumprissem essas exigências. A ADI do ex-PFL está no Supremo, na companhia de outras duas e todas já foram rebarbadas pelo relator do processo, o ministro Carlos Ayres Britto. Se ela vier a ser aceita pelo tribunal, bye bye ProUni. Quando o PFL/DEM decidiu detonar a medida provisória 213, sabia o que estava fazendo. Sua petição, de 23 páginas, está até bem argumentada. O que não vale é tentar esconder o gesto às vésperas de eleição. Em 1944, quando o presidente Franklin Roosevelt criou a GI Bill que, entre outras coisas, abria as universidades para os soldados que retornavam da guerra, houve políticos (poucos) e educadores (de peso) que combateram a iniciativa. Todos tiveram a coragem de sustentar suas posições. Em dez anos, a GI Bill botou 2,2 milhões de jovens veteranos nas universidades, tornando-se uma das molas propulsoras de uma nova classe média americana.
O ProUni não criou as bolsas, ele apenas introduziu critérios de desempenho e de alcance social para a obtenção do incentivo. Desde 2004 o programa já formou 110 mil jovens, e há hoje outros 429 mil cursando universidades. Algum dia será possível comparar o efeito social e qualificador do ProUni na formação da nova classe média brasileira. Nessa ocasião, como hoje, o DEM ficará no lugar que escolheu.

Maioria dos jovens brasileiros votará em Dilma

Pela primeira vez o DataFolha aponta que a maioria dos jovens votarão em Dilma Rousseff para presidente do Brasil.
Com o crescimento de dois pontos percentuais, entre o eleitorado de 16 a 24 anos, nos últimos quatro dias, nossa candidata já tem vantagem de 24 pontos em relação a José Serra (PSDB) nesta faixa etária.
Os números se referem a pesquisa Globo/DataFolha, divulgada nesta quinta-feira (26/8).
Nos últimos cinco meses, houve uma brusca inversão na preferência dos jovens por Dilma. Em 26 de março, 27% dos eleitores entre 16 e 24 anos, afirmavam votar em Dilma e 45% no candidato demotucano.
Na pesquisa desta semana, a candidata aparece com 52%, enquanto Serra está com 28%. Logo, entre 26 de março e 24 de agosto, Dilma subiu 25 pontos e Serra caiu 17 pontos. A candidata do PV, Marina Silva, cresceu de 7% para 10%, neste mesmo período, e os outros presidenciáveis não pontuaram.
O levantamento foi realizado nos dias 23 e 24 de agosto, com 10,9 mil entrevistas, em 385 municípios, e margem de erro máxima de dois pontos percentuais para mais ou para menos.

quarta-feira, 1 de setembro de 2010

Diz Dilma Rousseff

A maior interessada nesta apuração é a minha campanha. A maior interessada nesta apuração sou eu. Eu quero mais uma vez, de forma enfática, repudiar essa prática sistemática de levantar acusações e não fazer nenhuma prova. Para mim, eu acredito que não é possível usar a calúnia ou a leviandade para qualquer questão eleitoral"

Dilma sobre vazamento


A candidata do PT à Presidência da República, Dilma Rousseff, afirmou nesta quarta-feira (1º), ao Jornal do SBT, ser "leviana" a acusação feita pelo candidato do PSDB à Presidência, José Serra, de que sua campanha tem ligação com a violação na Receita Federal de dados de dirigentes tucanos e pessoas ligadas ao PSDB. Além de integrantes da direção do partido, a filha de Serra, Veronica, também teve os dados violados.
Segundo a Receita Federal, há indícios de falsificação na assinatura de Veronica que está no documento que pediu a abertura dos dados. O caso aconteceu em setembro de 2009. Dilma disse que é preciso ter “cuidado com leviandades e calúnias”.
“Eu não entendo as razões, aliás, algumas eu até entendo, que levam o candidato da oposição a levantar contra a minha campanha uma acusação tão leviana, uma acusação que não tem provas, nem fundamento. Nós temos de ter clareza. Isso aconteceu em setembro de 2009. Em setembro de 2009 minha campanha não existia porque eu nem pré-candidata era. Eu acho interessante e julgo que é muito importante que nessa eleição a gente tenha cuidado com leviandades e calúnias”, disse Dilma.
Segundo a candidata, o PT ingressou com duas novas ações contra Serra nesta quarta-feira por acusações sem provas. Ela ainda afirmou que se considera a maior interessada na apuração dos dados sobre os vazamentos da Receita.
“A maior interessada nesta apuração é a minha campanha. A maior interessada nesta apuração sou eu. Eu quero mais uma vez, de forma enfática, repudiar essa prática sistemática de levantar acusações e não fazer nenhuma prova. Para mim, eu acredito que não é possível usar a calúnia ou a leviandade para qualquer questão eleitoral”, afirmou.
A petista ainda atribuiu a prática de vazamentos ao PSDB. Sem citar nomes, ela fez referência ao senador Álvaro Dias (PSDB-PR), que nesta tarde ingressou com uma ação no Tribunal Superior Eleitoral (TSE) contra Dilma causa da quebra de sigilo fiscal do vice-presidente do PSDB, Eduardo Jorge e de outras pessoas ligadas à legenda, entre elas a filha de José Serra.

Importância do voto

O voto é um direito de todos os seres humanos que vivem em regime democrático, que consiste em escolher individualmente o candidato que assumirá a representação de toda a sociedade. 

Para determinar o candidato a ser votado, as pessoas precisam avaliar seus planos e projetos para melhorias na região. A conscientização da população para o voto justo e incorruptível é uma boa maneira de diminuir a quantidade de pessoas subornadas e compradas ilegalmente, e o policiamento nos locais de votação. 

Apesar de o voto no Brasil ser obrigatório para todas as pessoas alfabetizadas com idade entre 18 e 70 anos, ele contribui para eleger uma pessoa de forma legal, já que a lei prevê que uma pessoa somente poderá assumir cargos governamentais se elegidos com maior número de votação. É importante que o voto seja realizado a partir da satisfação do eleitor no candidato e nas possibilidades de melhoria, pois o voto não deve ser visto como uma troca de favores, quando o eleitor vota e ganha com isso dinheiro, cesta básica, brinquedos, asfalto e outras coisas. 

compra de votos é ilegal, bem como a boca de urna, onde um representante de determinado candidato tenta convencer as pessoas a elegê-lo. Vale lembrar que uma pessoa capaz de utilizar de suborno e compra de votos não será um bom representante da nação ou região, pois a corrupção se mostra antes mesmo da posse do cargo público, já que busca se promover através de métodos ilegais.

O que é Política

O termo política é derivado do grego antigo e se refere a todos os procedimentos relativos à pólis, ou aCidade-estado. Assim, pode se referir tanto a Estado, quanto sociedade, comunidade e definições que se referem à vida humana.
Segundo a autora Hannah Arendt, filósofa alemã (1906-1975), política "trata-se da convivência entre diferentes", pois a política "baseia-se na pluralidade dos homens", assim se a pluralidade implica na coexistência de diferenças, a igualdade a ser alcançada através desse exercício de interesses, quase sempre conflitantes, é a liberdade e não a justiça, pois a liberdade distingue "o convívio dos homens na pólis de todas as outras formas de convívio humano bem conhecidas pelos gregos".
Segundo Nicolau Maquiavel, em O Príncipe, política é a arte de conquistar, manter e exercer o poder, o próprio governo.
Ainda existem algumas divergências sobre o tema, para alguns política é a ciência do poder e para outros é a Ciência do Estado.